Foi a minha conclusão ao assistir um documentário americano de 1968, sobre a integração racial dos negros nos Estados Unidos. E quando rolei para ver os comentários de diversas pessoas, vi que os americanos brancos, a maioria deles, mesmo os mais inocentes, não estão se importando em qualquer nível com qualquer um que não lhes pareça familiar.
Lembremos muito bem que é o mesmo país que acolheu Albert Einstein fugindo do nazismo. Lembremos muito bem que o mesmo Albert Einstein decidiu dar aulas à alunos negros na Universidade Lincoln, sendo ele mesmo uma das vítimas marcadas para a morte pelo governo de Adolf Hitler, simpatizando com o sofrimento da discriminação real da qual ele também passou. Ainda sim, não foi suficiente o seu ato de bondade para tentar salvar o mundo.
Infelizmente, muitas pessoas serão idiotas de acreditarem em sisteminhas inventados, que as prejudicam mesmo quando acham que lhes beneficiam. Infelizmente, é mais fácil ensinar a odiar do que ensinar a amar. Amor. Como bem diz Esther Villar. Por "amor", por uma escravidão voluntária à qualquer merda.
Até porque, a liberdade absoluta e extrema é assustadora demais para quem nunca irá conhecer o prazer nela. Pois foi ensinado a não gostar dela. Liberdade, liberdade! Eu sim, gosto dela!
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