terça-feira, 21 de julho de 2026

Vocês nunca entenderão ele.

E eu aqui, aplicando uma análise bem mais certeira que Hélio de la Peña, entendi até o tipo de futebol que os argentinos costumam jogar. É tão artisticamente ardiloso, que os espanhóis tiveram que contar com um sacrifício mútuo para ganhar mais um título. Um gol fuleiro, sem sal, tão sem gosto quanto o gol descomemorado que o Neymar fez de penalty contra a Noruega. Praticamente uma festinha chata de empresa. E tem brazuquinha querendo vestir a camisa dos espanhóis, esquecendo que eles são europeus e tem o nariz infinitamente mais empinado do que os argentinos. Sim, europeu é bem mais racista que argentino, mas diversos otários gostam de ser educados por indução, para espalhar suas micro doses de violência mundo afora. Eles que não reclamem quando apanharem também.

Eu pergunto aos brazuquinhas: quem te ensinou a odiar argentinos?

Nossa seleção foi ELIMINADA pela Noruega - pelo maior índice de desenvolvimento humano de país - simplesmente porque eles sabem que o futebol é apenas um luxo momentâneo, um passatempo levado à muito dinheiro de patrocinador. Eles nem jogaram nada, marcaram dois gols de bobeira. Mas, é claro que o brazuquinha ressentido que já passou mais de 30 anos sem ver um título, esquece que copa ocorre a cada dois anos, pois as olimpíadas também reúnem os mesmos times para as partidas de futebol quando não é ano de copa. Mas o que importa ao brazuquinha é criticar o argentino, odiá-lo até a morte, sem motivo algum. Ai, ai, ai...

Eu pergunto aos brazuquinhas: será que, no Brasil, tivemos que passar lei anti-racismo, justamente porque o nosso racismo sempre foi muito mais estruturalmente escancarado e violento do que o deles, tanto em proporção quanto em números isolados?

Lembremos do imigrante africano Moise que foi lá em 2022, por simplesmente cobrar uma dívida de um brazuquinha tão nojento quanto todos os que gritam e berram nas arquibancadas dos campeonatos nacionais e mundiais. Na prática mesmo, ninguém usa a memória. E a internet? Hehehehe é sempre a primeiríssima a esquecer.

Até hoje, no automobilismo, as pessoas torcem o nariz quando um "pobre" decide ter um Porsche, Mercedes, Ferrari, Mustang, Camaro. O carro por si só não representa nada, é apenas um produto industrial. Mas o brazuquinha é ensinado a odiar desde criança. "Se um dia eu tiver o meu, foda-se os outros!". Esse tipo de egoísmo eu não tolero, nem como piada. É 0% de concessão no meu argumento.

Eu pergunto aos brazuquinhas: quando é que vocês vão finalmente abandonar o futebol?

Rodou o mundo uma foto de Messi dando banho naquele moleque, que um dia viu a tal foto e ficou maravilhado com o gênio do futebol. Yamal certamente sonhou em um dia jogar com ele. Jogou e venceu com o time. Foi apenas um encontro de gerações. E eu, estando mais ou menos no meio delas, posso me dar ao luxo de ver ambos viverem deste esporte. Yamal ainda tem um longo caminho pela frente. Mbappé dita o ritmo.

Mas eu entendi a cabeça de Lionel Messi. Sim, ele é maior que Edson "Pelé", assim como Schumacher é maior do que o "maestro" Fangio. "Maior do que, maior que o...". O ocidente sempre quer cair na mesma tortura mental de sempre. Sempre à caça de um "herói" para salvá-lo de sua monotonia e frustrações diárias. Mas eu sei muito bem o preço que os heróis pagam ao serem "procurados" pelo povão idiota nas ruas. Não é pelo gosto genuíno pelo esporte, é pela ânsia coletiva nojenta de querer que alguém do seu país vença alguma coisa.

Mas eu também entendi como Ken Miles foi tratado pela Ford. E jurei jamais terminar do mesmo jeito. Essa genialidade só vem de muito esforço e trabalho próprio, não vem de alguma "magia" que a maioria das pessoas gosta de usar.

Eu pergunto aos brazuquinhas: quando é que vamos assumir que preferimos carros?

Lá se vão mais de 30 anos de 1970 à 2002, e nesse meio tempo tivemos Fittipaldi, Piquet e Senna. Lá se vão mais 30 anos de 1994 à 2030. Quais os campeões da F1 que tivemos? Nenhum. É... acho melhor ser mais certeiro do que o Hélio e eu mesmo finalizar essa resenha maravilhosa.

Nós brasileiros temos que abandonar o futebol e reconhecer, muito mais do que o futebol, aquela paixão que Messi sempre tem nos olhos. Pois é com aquela paixão que só assim iremos subir e nos destacarmos positivamente em diversas outras coisas na vida. O preço é único: abandonar o futebol! Deixe a bola para ele. Ele sabe melhor o que fazer com ela. Assim como todos os nossos vizinhos, os africanos, os europeus, os americanos, os asiáticos...

Eu entrego o fim dessa resenha ao brazuquinha que prefere lamber as bolas de algum Stalin ou Roosevelt da vida: foi a última copa em que alguma espécie de "Brasil" obtuso e grosseiro existiu. Morra com o seu culto à personalidade.

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Vocês nunca entenderão ele.

E eu aqui, aplicando uma análise bem mais certeira que Hélio de la Peña, entendi até o tipo de futebol que os argentinos costumam jogar. É t...