quinta-feira, 30 de julho de 2026

É coisa para otário acreditar!


Enquanto os "machões" vão por aí brigando e morrendo por coisas fúteis que eles mesmos nunca pararam para entender, menos ainda para entender que sempre foram induzidos a fazer merdas, eu, tal como aprendi com as mulheres, deixo os otários e panacas gladiarem nas ruas por praticamente nada. Fazendo piada da situação deles, desmontando os sisteminhas inventados que me prejudicam como homem (que na prática poderiam muito mais nos ajudar do que atrapalhar) e metendo o fogo na cara de qualquer atrevido a dizer que estou errado.

Eu jamais vou desperdiçar meu tempo indo numa academia, torrando rios de dinheiro em suplemento, para ser só mais um exemplo bosta de Hulk para morrer (ou me escravizar até a morte) diante de uma sociedade medíocre que não coloca nada nas minhas mãos. Vá comer fezes de cachorro, pra começar.

Aprendi justamente com as mulheres que só devo me importar com a preservação do meu corpinho magro e esbelto. Aprendi justamente com as mulheres que diversos panguás xeretas devem ser eliminados sem piedade. Aprendi justamente com as mulheres que posso desejar e conquistar qualquer coisa sem o menor pingo de culpa ou moralismo.

Moralismo e honra se subverteram tanto, que já deixaram de ser palavras para representar algo de bom que elas supostamente deveriam representar. Aprendi a ter essa esperteza com as mulheres. Foda-se pra você se não vai nem ler esse texto. Melhor assim, mais vantagem para mim.

E, se quem me lê e ouve ao menos tivesse o interesse de mudar completamente a cabeça, talvez tivéssemos exemplos de masculinidade mais leves e soltos, delicados e sensíveis, coloridos e sentimentais. Tal como euzinho aqui. Se você valorizasse sua liberdade em absoluto, perceberia que não precisaria se acorrentar à qualquer mulher para ter qualquer prazer ou justificar coisas no nível social.

Por isso, meus queridos macholas, continuem se matando nas suas torcidas organizadas, continuem se matando nas rondas policiais, continuem se matando na selvageria de cinema, continuem se matando diante de olhadas e cantadas nas danceterias, continuem se matando em guerras e terrorismo, continuem se matando em ringues de luta, continuem se matando em disputas fúteis nos tribunais e cortes, continuem se matando nas disputas por favelas e bocas, continuem se matando nas briguinhas de escola e brincadeirinhas que machucam e humilham.


Vocês merecem o troféu máximo de sofredor voluntário. Desde o Império Egípcio antigo, desde o Império Romano antigo, desde a Império Grego antigo... e por aí vai...

Vocês mesmos vão sempre continuar se estimulando a brigar uns contra os outros, a formar máfias e gangues para serem alvos gratuitos de si mesmos e outros otários como vocês. Não vão sequer ter tempo de ler ou entender esse texto. Talvez até queiram caçoar de mim. Vai me chamar de bichinha? "Oh que pena! É o fim do mundo, da minha vida, da minha existência!" hahahaha



                              

Liberdade absoluta, realmente, não tem preço!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Estadense é rancoroso.

Quando o americano é chamado de "estadense" ou "statean", ele pira na batatinha. Até porque, ele precisou convencer 99% ...